Tento escrever sem sentido,
Levada pela infinita nortada
Que percorre a vida e o nada,
Para que apenas eu tenha percebido
Que a realidade não mais me é negada.
Percorro com os dedos a sensação do toque
Das teclas que, termo a termo,
Transportam como um reboque
Aquilo que flui do meu olhar ermo.
Olho e retomo o olhar,
Escrevo, escrevo sem cansar.
Páro, olho novamente,
Páro, retiro-me de repente.
Corro em busca da instintiva paixão,
Sigo emanada em sensação,
A mais bonita do ser,
A que todos podem querer.
Alcançá-la, isso não,
Pois só eu a posso ter.
O meu renascimento terminou,
O sentimento acabou:
A minha existência iniciou
Algo que jamais findou.
Levada pela infinita nortada
Que percorre a vida e o nada,
Para que apenas eu tenha percebido
Que a realidade não mais me é negada.
Percorro com os dedos a sensação do toque
Das teclas que, termo a termo,
Transportam como um reboque
Aquilo que flui do meu olhar ermo.
Olho e retomo o olhar,
Escrevo, escrevo sem cansar.
Páro, olho novamente,
Páro, retiro-me de repente.
Corro em busca da instintiva paixão,
Sigo emanada em sensação,
A mais bonita do ser,
A que todos podem querer.
Alcançá-la, isso não,
Pois só eu a posso ter.
O meu renascimento terminou,
O sentimento acabou:
A minha existência iniciou
Algo que jamais findou.
2 comentários:
thats right.. a tua existencia começou ainda agora, tens muito ainda pela frente.. é preciso ter a coragem de nos levantar-mos e seguir-mos em frente
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